quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Um e-mail, durante a caçada. - Jin Cheng


 Estava procurando uma boa caça para esta noite até que recebi um e-mail no meu celular que dizia assim:
"Querido Jin, creio que você não está muito de certa forma por dentro dos assuntos, acho que pode ser de teu agrado mas, por mais medo que eu esteja, você tem que sabe, alguém me falou que você faz certos tipos de serviços, não tão limpos e nem tão sujos, e eu preciso disso, há uma relíquia e ela está sendo perseguida por muita gente, agora sua utilidade eu quero saber, mas para isso eu preciso dela, impossível ou não estou na livraria na Casa do Poeta. Melissa Grutzmann".
 Me dirigi ao local descrito no e-mail, passei na frente varias vezes tentando me certificar que era o certo. A movimentação era pouca dentro quase nula mais eu ainda conseguia ouvir que tinha alguém la.
Esperei até a noite se aprofundar na sua própria escuridão, os ônibus do terminal Restinga Nova que fica em frente ao local já passavam de hora em hora neste período de tempo, não sei por que mas as pessoas que me viam parado ali me fazia caras e bocas de desprezo ,este bairro deve ter o que falar. Estava bem preparado nesta noite tinha saído para caçar, e como um bom caçador noturno não sei o que me espera sempre levo comigo presentes que me foram dado após minha primeira contribuição generosa. Me escoro na porta e como um gatuno rápido sem fazer barulhos arrombo a porta encostando leve mente meu corpo, entro e a primeira coisa que vejo é uma escrivania velha e empoeirada, mas sim pessoas ainda a usam, ao redor um monte de livros que eu nem presto muito a atenção estou focado em saber se existe sim algo místico naquele local e aonde teria se enfia a mulher que me mandou aquele e-mail. Fico em silêncio mais não o silêncio provocado por minha pessoa e tento ouvir algo que só nós membros conseguiriam, vasculho o local com os olhos e ouvidos bem atentos tentando achar algo que nem mesmo eu sei o que seria mais só pela vontade de ter algo em minhas mãos que todos estarim procurando já valeria a pena e também pelo valor ao me oferecerem em troca também. Me aprofundo cada vez mais naquela pequena biblioteca como um rato e nada acho, mais o que me intriga mais é que ouvi vozes quando estava estudando o local antes de entrar, sim não vi luzes mais sei bem o que ouvi. Parei e pensei durante um bom tempo pensando se não era um emboscada nos malditos usurpadores para cima de mim, qualquer um com contado com pessoas igual a mim poderia se vender rápido por alguns dígitos a mais e sua conta bancária. Voltei até o inicio mais preocupado com sair do que com o que avia la dento até ver uma luz estranha e meios os livros, algo emanava de lá, não melhor dizendo algo ou saindo de traz da estante.
Sem pensar duas vezes coloquei meu punhal em sua garganta e sussurrando em seu ouvido fiz duas perguntas:
- Onde está a garota e onde esconderam a relíquia?
O bom homem  tremia ao sentir minha pele gélida a sua, e meu punhal levemente friccionado a sua garganta deixando escapar gotas de seu belo e precioso sangue me deixando cada vez mais faminto disse:
- Ninguém sairá vivo, o grande dia está chegando.
Bom não deu outra,odeio esse papinho feiticeiros bruxos ou oráculos não tenho boa lembranças com eles, tratei rapidamente de aliviar minha fome. Agora tinha que agir rápido, entrei atrás daquele armário e vi um corredor com pequenas catacumbas com velas e caveiras naquele local já conseguia ouvir vozes que viam do final do corredor aonde terminava em uma porta de madeira entre aberta. Eu não acreditava no que estava vendendo, um pequeno culto de três pessoas rezando sei lá o que envolta da pessoa que me indicou até lá, mais não, não eram eles novamente brincando com suas poções e palavras mágicas, eram pessoas brincando com o inexplicável ao seus olhos fechados pelo seu próprio Deus.
Gritei em voz alta o que que estava acontecendo e rapidamente fecharam seus livros e colocaram seus olhos diretamente em mim com uma força que não vinham deles, senti minhas pernas ficarem imóveis. Ouvi de suas bocas que iriam chamar alguém que seu nome aos meus ouvidos causava dor ao meu corpo. Enquanto eles voltavam com suas cantigas pensando que eu estava totalmente paralisado tratei de produzir um licor virulento através de minha saliva e cuspido neles, no mesmo instante que minha saliva tocava seus corpos minhas pernas voltavam a ter movimentos, tratei rapidamente de silenciar a sala para que ninguém la fora pode-se ouvir seus gritos cortei dois corpos com símbolos de tal forma que seu corpo morre-se pela falta de seu sangue e o ultimo atirei em sua cabeça com um revolver calibre 38 com uma numeração raspada aonde é facilmente feita sua com qualquer traficante barato. Deixei vários livros misturados em volta a seus corpos. Bom tratei de tirar meu coro e a da repórter do local saindo da mesma fora que entrei com um bom gatuno pode fazer. No local não achei nada só uma repórter que se deu mau, agora o que ouve a mais só ela pode nos dizer, e só sei de uma coisa eu não fiquei parado esperando chegar o chefe deles se eles já conseguiram fazer aquilo com meu corpo imagina ele. Bom acho que alguém me deve algo mais que fique para uma próxima noite por que está já esta acabando.

4 comentários:

  1. Numa noite como qualquer outra.

    Sirvo-me um pouco de vitae com energetico e começo a analisar algums arquivos que recebo periodicamente de meus virus, entre todos os dados roubados essa noite um email endereçado a jin cheng enviado por Melissa me desperta atenção.

    Como de costume preparo o relatorio da misão e envio por email a um amigo em Los Angeles.

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