Presa

Você pode parecer uma presa fácil, mas aqui ninguém escuta os seus gritos.

Corra

Enquanto eu estiver de pé corra, pois a sua morte é o que eu mais quero.

O poder

Tudo está em suas mãos agora não corra.

A morte

Ela está ao meu lado nesse exato momento.

Sabedoria

A sabedoria está nos olhos de quem você menos espera apenas não corra.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Porão do Beco - Melissa Grutzmann

Cheguei no porão do beco, estou ao aguardo das pessoas, estou com Jin, eu o ofereço uma bebida. Mas enfim, está chegando a meia noite, estou muito tensa, começo a mexer no meu celular recebo uma mensagem "Alinhamento somente as 16 horas esteja preparada". O numero e nome não podem ser identificados muito entranho mas tudo bem. Agora é só esperar as pessoas e há, Jin quer uma bebida?



A NOITE CONTINUA...

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Acordar - Melissa Grutzmann

Acordei tonta, parecia que algo esteve em minha cabeça, me senti como se tivesse sido estrupada mentalmente. Meu maior medo era descobrir o que eram aquelas coisas, conto para Jin o que aconteceu comigo e que amanhã seria o grande dia.
"Jin eu creio que você não vai acreditar mas vou tentar.
 Quando eu entrei naquela livraria, eu me senti que todos estavam me olhando, quando eu ouvi uma voz em meus ouvidos que me deixou hipnotizada, eu perdi meu senso de direção e desmaiei, quando eu acordei uma das vezes, eles tinham me amarrado, falaram que eu sabia do alinhamento que os vampiros são tolos em achar que iriam conseguir antes deles e que eles precisariam de um sangue de uma imortal para fazer os seres humanos de escravos para eles, contra tudo e todos, matando todos os seres alem deles vampiros, lobisomens, fadas e tudo que for misticos. Eu apaguei. Quando eu acordei pela segunda vez tentei me soltar, estava faminta e cansada, eu não sabia o que fazer até que estava conseguindo me soltar e você chegou".
Foi isso o que aconteceu, agora temos até amanhã para resolver tudo isso, você matou os peixes pequenos que iriam me entregar para o mestre deles, creio que se eles tem tanto poder podem nos achar.
Temos que sair desse refugio, vamos migrar, vamos para guaiba, talvez lá  podemos encontrar alguém ou melhor sem quem pedir ajuda, alguém estudioso, não sei seu nome só sei que é amigo de uma amiga minha, mas posso conversar com ele, se bem que creio que ele também esteja envolvido, agora é caçar o peixe grande, irei enviar uns e-mails, solicitando ajuda dos que não seguem ordens.

Ela liga seu computador, vai em seu e-mail e envia:
"CCo: H311F1R308, Yuri Kusov, Dario Marianelli, Isabelle Lamonier, Andreas Giovanni"
Preciso falar com vocês urgente se possível me encontrem no Porão do Beco, lá iremos conversar. Afinal é algo importante para todos nós. Aguardo todos lá."

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Um e-mail, durante a caçada. - Jin Cheng


 Estava procurando uma boa caça para esta noite até que recebi um e-mail no meu celular que dizia assim:
"Querido Jin, creio que você não está muito de certa forma por dentro dos assuntos, acho que pode ser de teu agrado mas, por mais medo que eu esteja, você tem que sabe, alguém me falou que você faz certos tipos de serviços, não tão limpos e nem tão sujos, e eu preciso disso, há uma relíquia e ela está sendo perseguida por muita gente, agora sua utilidade eu quero saber, mas para isso eu preciso dela, impossível ou não estou na livraria na Casa do Poeta. Melissa Grutzmann".
 Me dirigi ao local descrito no e-mail, passei na frente varias vezes tentando me certificar que era o certo. A movimentação era pouca dentro quase nula mais eu ainda conseguia ouvir que tinha alguém la.
Esperei até a noite se aprofundar na sua própria escuridão, os ônibus do terminal Restinga Nova que fica em frente ao local já passavam de hora em hora neste período de tempo, não sei por que mas as pessoas que me viam parado ali me fazia caras e bocas de desprezo ,este bairro deve ter o que falar. Estava bem preparado nesta noite tinha saído para caçar, e como um bom caçador noturno não sei o que me espera sempre levo comigo presentes que me foram dado após minha primeira contribuição generosa. Me escoro na porta e como um gatuno rápido sem fazer barulhos arrombo a porta encostando leve mente meu corpo, entro e a primeira coisa que vejo é uma escrivania velha e empoeirada, mas sim pessoas ainda a usam, ao redor um monte de livros que eu nem presto muito a atenção estou focado em saber se existe sim algo místico naquele local e aonde teria se enfia a mulher que me mandou aquele e-mail. Fico em silêncio mais não o silêncio provocado por minha pessoa e tento ouvir algo que só nós membros conseguiriam, vasculho o local com os olhos e ouvidos bem atentos tentando achar algo que nem mesmo eu sei o que seria mais só pela vontade de ter algo em minhas mãos que todos estarim procurando já valeria a pena e também pelo valor ao me oferecerem em troca também. Me aprofundo cada vez mais naquela pequena biblioteca como um rato e nada acho, mais o que me intriga mais é que ouvi vozes quando estava estudando o local antes de entrar, sim não vi luzes mais sei bem o que ouvi. Parei e pensei durante um bom tempo pensando se não era um emboscada nos malditos usurpadores para cima de mim, qualquer um com contado com pessoas igual a mim poderia se vender rápido por alguns dígitos a mais e sua conta bancária. Voltei até o inicio mais preocupado com sair do que com o que avia la dento até ver uma luz estranha e meios os livros, algo emanava de lá, não melhor dizendo algo ou saindo de traz da estante.
Sem pensar duas vezes coloquei meu punhal em sua garganta e sussurrando em seu ouvido fiz duas perguntas:
- Onde está a garota e onde esconderam a relíquia?
O bom homem  tremia ao sentir minha pele gélida a sua, e meu punhal levemente friccionado a sua garganta deixando escapar gotas de seu belo e precioso sangue me deixando cada vez mais faminto disse:
- Ninguém sairá vivo, o grande dia está chegando.
Bom não deu outra,odeio esse papinho feiticeiros bruxos ou oráculos não tenho boa lembranças com eles, tratei rapidamente de aliviar minha fome. Agora tinha que agir rápido, entrei atrás daquele armário e vi um corredor com pequenas catacumbas com velas e caveiras naquele local já conseguia ouvir vozes que viam do final do corredor aonde terminava em uma porta de madeira entre aberta. Eu não acreditava no que estava vendendo, um pequeno culto de três pessoas rezando sei lá o que envolta da pessoa que me indicou até lá, mais não, não eram eles novamente brincando com suas poções e palavras mágicas, eram pessoas brincando com o inexplicável ao seus olhos fechados pelo seu próprio Deus.
Gritei em voz alta o que que estava acontecendo e rapidamente fecharam seus livros e colocaram seus olhos diretamente em mim com uma força que não vinham deles, senti minhas pernas ficarem imóveis. Ouvi de suas bocas que iriam chamar alguém que seu nome aos meus ouvidos causava dor ao meu corpo. Enquanto eles voltavam com suas cantigas pensando que eu estava totalmente paralisado tratei de produzir um licor virulento através de minha saliva e cuspido neles, no mesmo instante que minha saliva tocava seus corpos minhas pernas voltavam a ter movimentos, tratei rapidamente de silenciar a sala para que ninguém la fora pode-se ouvir seus gritos cortei dois corpos com símbolos de tal forma que seu corpo morre-se pela falta de seu sangue e o ultimo atirei em sua cabeça com um revolver calibre 38 com uma numeração raspada aonde é facilmente feita sua com qualquer traficante barato. Deixei vários livros misturados em volta a seus corpos. Bom tratei de tirar meu coro e a da repórter do local saindo da mesma fora que entrei com um bom gatuno pode fazer. No local não achei nada só uma repórter que se deu mau, agora o que ouve a mais só ela pode nos dizer, e só sei de uma coisa eu não fiquei parado esperando chegar o chefe deles se eles já conseguiram fazer aquilo com meu corpo imagina ele. Bom acho que alguém me deve algo mais que fique para uma próxima noite por que está já esta acabando.

Humilhada e ofendida - Melissa Grutzmann

No escuro da noite um homem assobiando e seus passos pesados, o uivo do vira-lata abandonado. Enquanto isso, as constelações silenciosas e o espaço que é tempo que nada tem a ver ela e conosco. Pois assim passavam os dias.
Me sentia completamente perdida e com medo de tudo que já estava quase tudo pronto, eu olhava para o céu e o medo vinha cada vez mais, sem nenhum retorno eu estava realmente perdida.
Fui a procura do Dario, talvez seus enigmas pudesse me ajudar, se ele soubesse que a minha alegria também vem de minha mais profunda tristeza e o que a tristeza era uma alegria falha, sim ele era alegre dentro de sua neurose. Neurose de guerra.
Por mais que ele pudesse me ajudar o tempo estava acabando e o relógio estava contra nós, e eu seria "humilhada e ofendida", parei e fiquei pensando, eu tenho que achar a relíquia e falta algo.
Vi mortais entrando em uma livraria que tinha algo de estranho e isso eu senti quando entrei lá.
Todos me olhavam como se soubessem o que eu era, eu me senti em um sentimento de dor e solidão. Ouvi uma voz tão macia que até doía ouvir, me senti apavorada, e agora eu não sei como sai de lá.


Melissa Grutzmann

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Algo pessoal... Melissa

A chuva começou, e eu estava em minha residencia, me senti tão bem, resolvi escutar uma música, pegar uma bebida e começar a procurar algumas coisas sobre o que eu me senti tão mal na Borges, e tentar descobrir o que tem lá, gostaria que alguém pudesse me ajudar o que seria errado pois cada um tem os seus motivos para não me ajudar e não sabia o por que, algum motivo me levava para lá. Eu suspeitava que não somente a Camarilla e o Sabá queriam essa joia, em um de meus sonhos, eu vi uma grande batalha e que nela muito iriam morrer seria somente um sonho? Estou com medo assumo, medo de não sobreviver, se bem que nada dessa não vida é útil o meu prazer aqui é completo, ou pelo menos quase. Me sinto bem vinda, as pessoas me olham de um jeito que eu me sinto mal, gostaria de ver o sol nascer, de sentir o calor no meu corpo novamente, não sei
estou muito triste ou muito feliz em poder ser o que eu sou. Ouvindo Beethoven eu me senti poderosa novamente, e resolvi fumar um cigarro por mais inútil que seja me fez me sentir um pouco mortal, eu ainda tinha guardado uma carteira de Malboro vermelho, a peguei e toquei em meu piano junto com o meu vinil, agora estou presa aqui pela eternidade, e sinto que algo está me perseguindo. Sinto saudades da minha família, que agora está morta. E quem sabe um dia não encontrarei o que eu tanto procuro e é a verdade.

Melissa Grutzmann

Que os jogos comecem parte 2

Eu estava caminhando por Porto Alegre, quando acordei fui ver uma velha amiga, Isabelle Lamonier, muito querida queria sondar o que ela sabia de alguma forma eu não confio nela, ela é muito "misteriosa", e eu não gosto disso. Chegando lá encontro ela e um rapaz que ela nem fez a honra de me apresentar ele, ele era bem inteligente e notei que ela burra como uma porta não era ela o meu foco.
Ela me convidou para entrar, obvio que eu entrei, lugar meio estranho, sinceramente o decorador não estava de bom humor naquele dia. Eu me senti deslocada, pedi algo para beber pois estava com sede, afinal está muito calor em porto alegre (piadinha básica, as pessoas vivem falando isso). Ela foi buscar algo para tomar, e eu fiquei remexendo nos livros dela. E lá eu notei que por algum motivo, eles também estavam procurando algo sobre o alinhamento dos planetas que irá ocorrer no dia 21/12/12, e por esse motivo eu não poderia sondar para saber nenhuma informação que isso poderia afetar minha própria não vida.
Não se ela me esperou, só sei que agora eu preciso encontrar esse rapaz, algo me diz que ele sabe mais que aquela porta.
Então percebi que precisaria de ajuda profissional, e creio que eu conheço alguém pode fazer isso para mim, quem seria? Resolvi enviar um e-mail para Jin, creio que ele é bom o bastante para resolver isso que ambos urubus querem.
Eu escuto uma musica na Rua Borges de medeiros, uma livraria. E um vinil tocava Mozart, resolvi prestar atenção creio que senti algo ali, talvez destino, seria ali alguma coisa que eu precisaria. Me senti sendo vista como se alguém estivesse me observando. E creio que a pista mais concreta seria que existe algo naquela rua.

Agradecida Melissa Grutzmann

domingo, 16 de dezembro de 2012

Que os jogos comecem parte 1


Apesar de tudo acontecer a noite é longa. E Melissa está cansada de esperar por uma nova entrevista, a pesquisa começa, e quando ela resolve a pesquisar sobre alguns assuntos em comum, ela descobre sobre o que ela jamais deveria saber, e essa sua curiosidade lhe deixou com uma sede insaciável. Ela resolve escrever em seu diário, que por mais que tentem ler jamais conseguiram, ela ganhou de uma amiga em comum em sua visita a Londres.
Clique e aumente a imagem para ler.
E sua curiosidade continua e ela pesquisa sobre essa relíquia.


Obs: "Irei dar pistas sobre a reliquia quem quiser saber mais e opinar começarei a postar até o dia 20/12 e quem souber como ajuda-la comente".

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Entrevista com o vampiro - H311F1R308


Nome: H311F1R308
Idade aparente: 19
Aparência, defina: Magro, alto e cabelo curto.
O que faz você escolher esse personagem? Eu defino com esse personagem, tanto como porte físico como as habilidades mentais são muito importantea.
Você está pronto para ser o personagem por uma noite? Com certeza.

Boa noite eu voltei, sério, não me diga, bem vindos a mais uma entrevista com o vampiro, faz anos que eu não faço isso, desde o ano passado, hahahahahaha, nossa continuo linda, mas pra vocês essa pessoa que tem o nome impronunciável seria, HELL FIRE ZERO OITO? Vamos la primeira pergunta:

1)Prazer em lhe conhecer e me senti uma anã ao seu lado mas tudo bem, por que, me diga por queeeeeeeeeee desse nome credo eu mal consigo pronunciar, mas por que?
R:Nós que trabalhamos na teia possuímos nomes diferentes das massas cibernéticas.

2)Hum teia, conte-me mais, acho que conheci um tal de Jin Cheng ele parecia muito com você (hahahaha piadinha maligna), você o conhece? Foi no dia 19/06/11 muito tempo atras, mas me fale sobre essa teia, você é o homem aranha?
R:Você sim parece uma malkaviana, minha teia é diferente e sim uma teia digital aonde milhares de computadores são interligados ao um computador central. E não nunca ouvi falar nesse tal de jin cheng.

3)Enfim, quanto a tua afinidade aos outros clã isso é estranho pois vocês iria ajuda-los a acabar com todo o mundo?
R: Eu poderia lhe causar tantos problemas que você iria ter que parar na UTI.
Melissa: Ei vamos nos respeitar como eu falei pro Jin, eu só sou uma mera reporter indefesa hahahaha jamais.


4)Diga-me sobre o seu clã, sobre a tua história e por que foi chamado para a reunião? Sinto que cabeças vão rolar na saída de lá mas tudo bem.
R: De meu clã você nada merece saber, pois sabe não sou camarila nem sabá, e sim um anarquista que se revoltou contra todos os sistemas, venho de uma cidade aonde ralé domina e os pobres coitados da camarila sente inveja de nossa amada cidade, acho que o líder dessa reunião está muito interessado em minhas habilidades computacionais e minha aptidão física  Bom, é obvio que cabeças irão rolar mas quem liga? Os inimigos de meu clã merecem somente o ódio e desprezo.
Melissa: Ui clima meio de tenso mas enfim ultima pergunta.
H311F1R308: Vamos dar continuidade antes que sua cabeça rola no chão desse carpete.
Melissa: Não, não a minha não e já te pedi respeito aqui é minha moradia.
H311F1R308: Eu não sigo as leis do dominio, então nada me impede de fazer sua cabeça rolar.
Melissa: Rebel, Rebel, Rebel. ♪

5)Como de costume pergunto uma frase marcante, diga-me a tua:
R: "Melhor que pense por si mesmo, ou que esteje morto, seja como for para mim está ótimo".

Melissa: Bom aqui termina mais uma entrevista com vampiro, desculpe os termos, mas a noite foi longa, e que continue.